Na Savana Africana vivia Léo, um leãozinho alegre que sonhava em ter o rugido mais forte de todos. Mas certo dia, Léo acordou diferente. Sua garganta doía muito e, ao tentar rugir, quase não saía som. Começou a sentir dificuldade para respirar, como se algo apertasse por dentro do pescoço.
Dona Leona, sua mãe, ficou muito preocupada: — Você está com o pescoço quente e cansado, meu filho. Vamos correndo para o hospital!
No Hospital dos Animais da Savana, o Doutor Rinoceronte examinou Léo: — Ele está com difteria, uma infecção que afeta a garganta e pode dificultar a respiração. Mas com os cuidados certos, vai melhorar.
Léo ficou assustado — nunca tinha sido internado. Mas conheceu a Enfermeira Cegonha Clara, que trouxe uma almofada com estrelas: — Mesmo os mais valentes leõezinhos podem ficar doentinhos. Com paciência e remédios certinhos, você vai rugir alto de novo!
Nos primeiros dias, Léo tomou remédio na veia, fez inalações e ficou bem quietinho. Sua mãe ficou ao lado o tempo todo, fazendo cafuné: — Você é meu filhote forte. Cada dia é uma vitória.
Aos poucos, a garganta doía menos e ele dava pequenos rugidos de teste. — Léo, você teve alta! Pode voltar pra casa! Antes de ir, aprendeu: tomar as vacinas na idade certa, lavar bem as patas e evitar contato com quem está doente.
De volta à savana, Léo rugiu com força — agora não só com a voz, mas com o coração cheio de coragem.
